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EUTANÁSIA, uma morte tranquila.

O termo EUTANÁSIA originalmente do grego eu-thanasia “morte-feliz” possui um significado de uma morte tranqüila, sem dor, medo ou ansiedade.

No Brasil, nos dias de hoje, o tema é discutido com ênfase nas universidades e congressos de medicina veterinária, isso em virtude da natureza complicada das ligações entre as pessoas e seus animais de companhia, onde os veterinários estão envolvidos com assuntos que, em última análise, tem o potencial de afetar diretamente a saúde do proprietário.

Por possuir conteúdo ético considerável, é a eutanásia uma das mais delicadas situações com que se depara o médico veterinário durante o exercício de sua profissão. Os veterinários estão ligados aos animais de companhia e a seus donos, num complexo relacionamento triangular.

Esse relacionamento se constrói com a formação de uma ligação sólida, que se dá na primeira consulta do animal. A manutenção dessa ligação ocorre fornecendo informações e cuidados para o bem-estar dos animais e seus donos. E muitas vezes, a quebra dessa ligação, acontece com a eutanásia, como por exemplo, um casal que traz seu cão “vira-lata” terminalmente enfermo, que está sendo tratado devido a neoplasia maligna. A esposa está preocupada e muito chorosa, seu marido tenta consolá-la, mas ao final, eles pedem que o possível seja feito para estender a vida do animal. Nesse caso, o veterinário é o único que interage com o cliente e sua família nesta difícil situação e cabe a ele, o papel da orientação da eutanásia, sabendo que sua contribuição pode ser decisiva.

Segundo a Dra. Hannelore Fuchs, psicóloga, médica veterinária e uma das poucas pessoas que tem se aprofundado no estudo da relação homem-animal, de início já avisa: “a decisão final sempre deve ser do dono". 

De acordo com:  Resolução nº 714, 20 de junho de 2002 - CFMV

A eutanásia deve ser indicada quando o bem-estar do animal estiver ameaçado, sendo um meio de eliminar a dor, o desconforto ou o sofrimento dos animais, os quais não podem ser aliviados por meio de analgésicos, de sedativos ou de outros tratamentos, ou, ainda, quando o animal constituir ameaça à saúde pública ou animal, ou for objeto de ensino ou pesquisa.

Concluindo, entende-se que, os procedimentos de eutanásia são de exclusiva responsabilidade do médico veterinário, só ele está preparado e capacitado para tal procedimento ético-humanitário.
 
Dr. Fernando Dias Pacheco Vieira
MÉDICO VETERINÁRIO

 

  Atendimento:
(19) 3432.4915 / 9.8139.3597 / 9.9647.9859

Endereço:
Rua Samuel Neves, 1867
São Judas - Piracicaba - SP


       
Copyright © - 2019
Perfil Studio
     
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O termo EUTANÁSIA originalmente do grego eu-thanasia “morte-feliz” possui um significado de uma morte tranqüila, sem dor, medo ou ansiedade.

No Brasil, nos dias de hoje, o tema é discutido com ênfase nas universidades e congressos de medicina veterinária, isso em virtude da natureza complicada das ligações entre as pessoas e seus animais de companhia, onde os veterinários estão envolvidos com assuntos que, em última análise, tem o potencial de afetar diretamente a saúde do proprietário.

Por possuir conteúdo ético considerável, é a eutanásia uma das mais delicadas situações com que se depara o médico veterinário durante o exercício de sua profissão. Os veterinários estão ligados aos animais de companhia e a seus donos, num complexo relacionamento triangular.

Esse relacionamento se constrói com a formação de uma ligação sólida, que se dá na primeira consulta do animal. A manutenção dessa ligação ocorre fornecendo informações e cuidados para o bem-estar dos animais e seus donos. E muitas vezes, a quebra dessa ligação, acontece com a eutanásia, como por exemplo, um casal que traz seu cão “vira-lata” terminalmente enfermo, que está sendo tratado devido a neoplasia maligna. A esposa está preocupada e muito chorosa, seu marido tenta consolá-la, mas ao final, eles pedem que o possível seja feito para estender a vida do animal. Nesse caso, o veterinário é o único que interage com o cliente e sua família nesta difícil situação e cabe a ele, o papel da orientação da eutanásia, sabendo que sua contribuição pode ser decisiva.

Segundo a Dra. Hannelore Fuchs, psicóloga, médica veterinária e uma das poucas pessoas que tem se aprofundado no estudo da relação homem-animal, de início já avisa: “a decisão final sempre deve ser do dono". 

De acordo com:  Resolução nº 714, 20 de junho de 2002 - CFMV

A eutanásia deve ser indicada quando o bem-estar do animal estiver ameaçado, sendo um meio de eliminar a dor, o desconforto ou o sofrimento dos animais, os quais não podem ser aliviados por meio de analgésicos, de sedativos ou de outros tratamentos, ou, ainda, quando o animal constituir ameaça à saúde pública ou animal, ou for objeto de ensino ou pesquisa.

Concluindo, entende-se que, os procedimentos de eutanásia são de exclusiva responsabilidade do médico veterinário, só ele está preparado e capacitado para tal procedimento ético-humanitário.
 
Dr. Fernando Dias Pacheco Vieira
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O termo EUTANÁSIA originalmente do grego eu-thanasia “morte-feliz” possui um significado de uma morte tranqüila, sem dor, medo ou ansiedade.

No Brasil, nos dias de hoje, o tema é discutido com ênfase nas universidades e congressos de medicina veterinária, isso em virtude da natureza complicada das ligações entre as pessoas e seus animais de companhia, onde os veterinários estão envolvidos com assuntos que, em última análise, tem o potencial de afetar diretamente a saúde do proprietário.

Por possuir conteúdo ético considerável, é a eutanásia uma das mais delicadas situações com que se depara o médico veterinário durante o exercício de sua profissão. Os veterinários estão ligados aos animais de companhia e a seus donos, num complexo relacionamento triangular.

Esse relacionamento se constrói com a formação de uma ligação sólida, que se dá na primeira consulta do animal. A manutenção dessa ligação ocorre fornecendo informações e cuidados para o bem-estar dos animais e seus donos. E muitas vezes, a quebra dessa ligação, acontece com a eutanásia, como por exemplo, um casal que traz seu cão “vira-lata” terminalmente enfermo, que está sendo tratado devido a neoplasia maligna. A esposa está preocupada e muito chorosa, seu marido tenta consolá-la, mas ao final, eles pedem que o possível seja feito para estender a vida do animal. Nesse caso, o veterinário é o único que interage com o cliente e sua família nesta difícil situação e cabe a ele, o papel da orientação da eutanásia, sabendo que sua contribuição pode ser decisiva.

Segundo a Dra. Hannelore Fuchs, psicóloga, médica veterinária e uma das poucas pessoas que tem se aprofundado no estudo da relação homem-animal, de início já avisa: “a decisão final sempre deve ser do dono". 

De acordo com:  Resolução nº 714, 20 de junho de 2002 - CFMV

A eutanásia deve ser indicada quando o bem-estar do animal estiver ameaçado, sendo um meio de eliminar a dor, o desconforto ou o sofrimento dos animais, os quais não podem ser aliviados por meio de analgésicos, de sedativos ou de outros tratamentos, ou, ainda, quando o animal constituir ameaça à saúde pública ou animal, ou for objeto de ensino ou pesquisa.

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