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Coprofagia

É o ato de comer fezes. Bom, não é tão simples assim, o estudo da coprofagia ainda não chegou a uma resposta, e muito menos a um tratamento definitivo para este problema, existem várias explicação para tal fato, onde devemos primeiro classificar e identificar a origem do problema:

Classificação por tipo de fezes

Esta classificação pode ser realizada da seguinte maneira:

a) Cães que comem fezes de animais herbívoros. Comportamento comum de ser observado em carnívoros silvestres. Fezes, como por exemplo, de cavalos, são uma fonte de produtos de digestão microbiológica além de fornecerem nutrientes aos cães.

b) Cães que comem fezes de gatos. Comportamento comum de causa indeterminada.

c) Cadelas recém paridas comem as fezes de seus filhotes. Ainda que seja um comportamento normal pode ser mal interpretado.

d) Cães que comem as próprias fezes.

e) Cães que comem fezes de cães adultos. A razão para esse comportamento não está bem determinada.

f) Cães que comem fezes humanas.

g) Cães mantidos em canis públicos ou abrigos particulares parecem exibir mais freqüentemente este comportamento.

h) Casos mistos.

Classificação segundo as causas

Varias são as hipóteses sugeridas como causas da coprofagia, no entanto não há respostas definitivas. Alguns autores sugerem que a razão para a não definição das causa deste problema seja a decorrente das inúmeras possibilidades que normalmente envolvem este tipo de comportamento, sendo por tanto um problema multi-fatorial.

1. Deficiência metabólica ou doença

a) Cães que comem fezes de outras espécies animais podem fazê-lo por que estas podem ser nutritivas, palatáveis e, por causarem poucos problemas, ou representarem um petisco apreciado pelo cão. Comer fezes pode não ser repugnante para um cão e pode representar uma fonte de alimento.

b) Super alimentação: sobrecarregar o sistema digestivo fornecendo alimentação e especialmente a base de ração uma única vez ao dia pode sobrecarregar o
sistema digestivo e consequentemente ocorrer uma má digestão. Assim, as fezes apresentariam um alto grau de produtos alimentares não digeridos. Mais tarde sentindo fome o cão se alimentaria das próprias fezes.

c) Baixos níveis protéicos ou alimentação insuficiente (fome).

d) Dietas muito ricas em carboidratos e fibras.

e) Deficiência na produção pelo cão de enzimas digestivas.

f) Verminoses e carência nutricional.

g) Pancreatite crônica.

h) Síndrome de má absorção.

2. Razões comportamentais

a) As cadelas recém paridas consomem as fezes dos filhotes. Dessa forma mantém o ninho limpo.

b) Ansiedade devido a conflito ambiental. Stress ambiental pode contribuir com vários comportamentos incluindo a coprofagia.

c) Cães entediados que manipula fezes como passatempo. (brincadeira ou comportamento lúdico)

d) O cão pode ser condicionado a ingerir fezes para receber atenção do proprietário. O comportamento pode ter sido reforçado pela reação emocional do proprietário "Não faça isso Totó !!!!!!!!!” e que significou ganho de atenção.

e) As fezes parecem ter um caráter lúdico e ser gratificantes, auto recompensa e serem saborosas.

f) Punições excessivas relacionada a eliminações do cão. Cães podem comer fezes para evitar que os proprietários os punam.

g) A distribuição errônea do espaço de dormir, alimentar, defecar e urinar. Cães que não dispõem de espaço suficiente e são forçados a defecar em seu espaço de dormir acabam por ingerir suas fezes para manter o espaço limpo.

h) Ansiedade de separação. Cães deixados em casa sem companhia por um longo período de tempo acabam por exibir este comportamento.

i) Vício por razões comportamentais. Cães confinados ou presos são mais aptos a desenvolverem coprofagia do que aqueles que estão em companhia humana na maior parte do tempo. Parece que animais que saem a passeio, recebem maior atenção do dono, são menos isolados e ganham brinquedos podem ter este comportamento diminuído, aliviado.

j) Cães selvagens ao se alimentarem da caça iniciam sua alimentação pela ingestão de órgãos abdominais, incluindo ai o intestino e seu conteúdo. Daí as fezes não serem repugnantes para os cães.

k) Hereditárias, manifesta-se aproximadamente aos 6-8 meses. Em tais casos o comportamento é considerado normal, onde buscar nutrientes no lixo representou uma adaptação no processo de evolução e domesticação do cão.

3. Tratamentos propostos

Cães jovens podem comer fezes com o propósito de estabelecer uma flora bacteriana intestinal apropriada, no entanto, comer as fezes representa um comportamento não adequado uma vez que as fezes podem ser fontes de infestação de vermes, bactérias e vírus. Por outro lado este comportamento é rejeitado por nós e, portanto deve ser tratado, ou modificado.

O Tratamento dos casos de coprofagia descrito em literatura não é uniforme. Uma vez que as causas são multifatorias e não sejam bem definidas também tornam a escolha do tratamento muito difícil e, às vezes controvertido.

Devemos alimentar o cão, pelo menos duas vezes por dia, sendo mais bem distribuído, se alimentar três vezes ao dia. Se possuir mais de um cão junto com este animal, coloque um comedouro e um bebedouro para cada animal, e certifique-se de que todos estão tendo oportunidade de comer.

 Não dar frutas, doces e outras guloseimas para o cão enquanto tratam de coprofagia, esses restinhos de alimentos podem permanecer nas fezes, tornando-as mais atrativas. Evitar também biscoitos caninos durante esse período.

Manter o ambiente sempre limpo, não deixando o ambiente com resíduos de fezes e urina por muito tempo. Procurar não deixar o animal ver você limpando as fezes dele, pode passar na cabeça dele que ele deve limpar o ambiente também, e a única maneira de fazer isso é comendo as fezes presente no ambiente.

Brigue com o animal apenas quando pega-lo no ato comendo as fezes, e nunca depois que isso já ocorreu.

Tente trocar de ração para o animal, substituindo para uma de maior valor e de melhor qualidade.

Procure deixar brinquedos (alguns) e não somente um apenas, para que o animal se ocupe brincando com os mesmos.

Fazer vermífugo regularmente (filhotes a cada três meses, e adultos a cada seis meses).

Fazer um exame de fezes, principalmente contemplando vermes chatos, cilíndricos e protozoários.

Passear regularmente com seu animal, principalmente os que ficam por um período de mais de quatro horas diárias sozinhas (distante de seus donos), os passeios irão reduzir o estresse, e seguramente irão ajudar no tratamento de coprofagia.

Dr. Fábio Eduardo Siqueira
MÉDICO VETERINÁRIO

 

  Atendimento:
(19) 3432.4915 / 9.8139.3597 / 9.9647.9859

Endereço:
Rua Samuel Neves, 1867
São Judas - Piracicaba - SP


       
Copyright © - 2019
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É o ato de comer fezes. Bom, não é tão simples assim, o estudo da coprofagia ainda não chegou a uma resposta, e muito menos a um tratamento definitivo para este problema, existem várias explicação para tal fato, onde devemos primeiro classificar e identificar a origem do problema:

Classificação por tipo de fezes

Esta classificação pode ser realizada da seguinte maneira:

a) Cães que comem fezes de animais herbívoros. Comportamento comum de ser observado em carnívoros silvestres. Fezes, como por exemplo, de cavalos, são uma fonte de produtos de digestão microbiológica além de fornecerem nutrientes aos cães.

b) Cães que comem fezes de gatos. Comportamento comum de causa indeterminada.

c) Cadelas recém paridas comem as fezes de seus filhotes. Ainda que seja um comportamento normal pode ser mal interpretado.

d) Cães que comem as próprias fezes.

e) Cães que comem fezes de cães adultos. A razão para esse comportamento não está bem determinada.

f) Cães que comem fezes humanas.

g) Cães mantidos em canis públicos ou abrigos particulares parecem exibir mais freqüentemente este comportamento.

h) Casos mistos.

Classificação segundo as causas

Varias são as hipóteses sugeridas como causas da coprofagia, no entanto não há respostas definitivas. Alguns autores sugerem que a razão para a não definição das causa deste problema seja a decorrente das inúmeras possibilidades que normalmente envolvem este tipo de comportamento, sendo por tanto um problema multi-fatorial.

1. Deficiência metabólica ou doença

a) Cães que comem fezes de outras espécies animais podem fazê-lo por que estas podem ser nutritivas, palatáveis e, por causarem poucos problemas, ou representarem um petisco apreciado pelo cão. Comer fezes pode não ser repugnante para um cão e pode representar uma fonte de alimento.

b) Super alimentação: sobrecarregar o sistema digestivo fornecendo alimentação e especialmente a base de ração uma única vez ao dia pode sobrecarregar o
sistema digestivo e consequentemente ocorrer uma má digestão. Assim, as fezes apresentariam um alto grau de produtos alimentares não digeridos. Mais tarde sentindo fome o cão se alimentaria das próprias fezes.

c) Baixos níveis protéicos ou alimentação insuficiente (fome).

d) Dietas muito ricas em carboidratos e fibras.

e) Deficiência na produção pelo cão de enzimas digestivas.

f) Verminoses e carência nutricional.

g) Pancreatite crônica.

h) Síndrome de má absorção.

2. Razões comportamentais

a) As cadelas recém paridas consomem as fezes dos filhotes. Dessa forma mantém o ninho limpo.

b) Ansiedade devido a conflito ambiental. Stress ambiental pode contribuir com vários comportamentos incluindo a coprofagia.

c) Cães entediados que manipula fezes como passatempo. (brincadeira ou comportamento lúdico)

d) O cão pode ser condicionado a ingerir fezes para receber atenção do proprietário. O comportamento pode ter sido reforçado pela reação emocional do proprietário "Não faça isso Totó !!!!!!!!!” e que significou ganho de atenção.

e) As fezes parecem ter um caráter lúdico e ser gratificantes, auto recompensa e serem saborosas.

f) Punições excessivas relacionada a eliminações do cão. Cães podem comer fezes para evitar que os proprietários os punam.

g) A distribuição errônea do espaço de dormir, alimentar, defecar e urinar. Cães que não dispõem de espaço suficiente e são forçados a defecar em seu espaço de dormir acabam por ingerir suas fezes para manter o espaço limpo.

h) Ansiedade de separação. Cães deixados em casa sem companhia por um longo período de tempo acabam por exibir este comportamento.

i) Vício por razões comportamentais. Cães confinados ou presos são mais aptos a desenvolverem coprofagia do que aqueles que estão em companhia humana na maior parte do tempo. Parece que animais que saem a passeio, recebem maior atenção do dono, são menos isolados e ganham brinquedos podem ter este comportamento diminuído, aliviado.

j) Cães selvagens ao se alimentarem da caça iniciam sua alimentação pela ingestão de órgãos abdominais, incluindo ai o intestino e seu conteúdo. Daí as fezes não serem repugnantes para os cães.

k) Hereditárias, manifesta-se aproximadamente aos 6-8 meses. Em tais casos o comportamento é considerado normal, onde buscar nutrientes no lixo representou uma adaptação no processo de evolução e domesticação do cão.

3. Tratamentos propostos

Cães jovens podem comer fezes com o propósito de estabelecer uma flora bacteriana intestinal apropriada, no entanto, comer as fezes representa um comportamento não adequado uma vez que as fezes podem ser fontes de infestação de vermes, bactérias e vírus. Por outro lado este comportamento é rejeitado por nós e, portanto deve ser tratado, ou modificado.

O Tratamento dos casos de coprofagia descrito em literatura não é uniforme. Uma vez que as causas são multifatorias e não sejam bem definidas também tornam a escolha do tratamento muito difícil e, às vezes controvertido.

Devemos alimentar o cão, pelo menos duas vezes por dia, sendo mais bem distribuído, se alimentar três vezes ao dia. Se possuir mais de um cão junto com este animal, coloque um comedouro e um bebedouro para cada animal, e certifique-se de que todos estão tendo oportunidade de comer.

 Não dar frutas, doces e outras guloseimas para o cão enquanto tratam de coprofagia, esses restinhos de alimentos podem permanecer nas fezes, tornando-as mais atrativas. Evitar também biscoitos caninos durante esse período.

Manter o ambiente sempre limpo, não deixando o ambiente com resíduos de fezes e urina por muito tempo. Procurar não deixar o animal ver você limpando as fezes dele, pode passar na cabeça dele que ele deve limpar o ambiente também, e a única maneira de fazer isso é comendo as fezes presente no ambiente.

Brigue com o animal apenas quando pega-lo no ato comendo as fezes, e nunca depois que isso já ocorreu.

Tente trocar de ração para o animal, substituindo para uma de maior valor e de melhor qualidade.

Procure deixar brinquedos (alguns) e não somente um apenas, para que o animal se ocupe brincando com os mesmos.

Fazer vermífugo regularmente (filhotes a cada três meses, e adultos a cada seis meses).

Fazer um exame de fezes, principalmente contemplando vermes chatos, cilíndricos e protozoários.

Passear regularmente com seu animal, principalmente os que ficam por um período de mais de quatro horas diárias sozinhas (distante de seus donos), os passeios irão reduzir o estresse, e seguramente irão ajudar no tratamento de coprofagia.

Dr. Fábio Eduardo Siqueira
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É o ato de comer fezes. Bom, não é tão simples assim, o estudo da coprofagia ainda não chegou a uma resposta, e muito menos a um tratamento definitivo para este problema, existem várias explicação para tal fato, onde devemos primeiro classificar e identificar a origem do problema:

Classificação por tipo de fezes

Esta classificação pode ser realizada da seguinte maneira:

a) Cães que comem fezes de animais herbívoros. Comportamento comum de ser observado em carnívoros silvestres. Fezes, como por exemplo, de cavalos, são uma fonte de produtos de digestão microbiológica além de fornecerem nutrientes aos cães.

b) Cães que comem fezes de gatos. Comportamento comum de causa indeterminada.

c) Cadelas recém paridas comem as fezes de seus filhotes. Ainda que seja um comportamento normal pode ser mal interpretado.

d) Cães que comem as próprias fezes.

e) Cães que comem fezes de cães adultos. A razão para esse comportamento não está bem determinada.

f) Cães que comem fezes humanas.

g) Cães mantidos em canis públicos ou abrigos particulares parecem exibir mais freqüentemente este comportamento.

h) Casos mistos.

Classificação segundo as causas

Varias são as hipóteses sugeridas como causas da coprofagia, no entanto não há respostas definitivas. Alguns autores sugerem que a razão para a não definição das causa deste problema seja a decorrente das inúmeras possibilidades que normalmente envolvem este tipo de comportamento, sendo por tanto um problema multi-fatorial.

1. Deficiência metabólica ou doença

a) Cães que comem fezes de outras espécies animais podem fazê-lo por que estas podem ser nutritivas, palatáveis e, por causarem poucos problemas, ou representarem um petisco apreciado pelo cão. Comer fezes pode não ser repugnante para um cão e pode representar uma fonte de alimento.

b) Super alimentação: sobrecarregar o sistema digestivo fornecendo alimentação e especialmente a base de ração uma única vez ao dia pode sobrecarregar o
sistema digestivo e consequentemente ocorrer uma má digestão. Assim, as fezes apresentariam um alto grau de produtos alimentares não digeridos. Mais tarde sentindo fome o cão se alimentaria das próprias fezes.

c) Baixos níveis protéicos ou alimentação insuficiente (fome).

d) Dietas muito ricas em carboidratos e fibras.

e) Deficiência na produção pelo cão de enzimas digestivas.

f) Verminoses e carência nutricional.

g) Pancreatite crônica.

h) Síndrome de má absorção.

2. Razões comportamentais

a) As cadelas recém paridas consomem as fezes dos filhotes. Dessa forma mantém o ninho limpo.

b) Ansiedade devido a conflito ambiental. Stress ambiental pode contribuir com vários comportamentos incluindo a coprofagia.

c) Cães entediados que manipula fezes como passatempo. (brincadeira ou comportamento lúdico)

d) O cão pode ser condicionado a ingerir fezes para receber atenção do proprietário. O comportamento pode ter sido reforçado pela reação emocional do proprietário "Não faça isso Totó !!!!!!!!!” e que significou ganho de atenção.

e) As fezes parecem ter um caráter lúdico e ser gratificantes, auto recompensa e serem saborosas.

f) Punições excessivas relacionada a eliminações do cão. Cães podem comer fezes para evitar que os proprietários os punam.

g) A distribuição errônea do espaço de dormir, alimentar, defecar e urinar. Cães que não dispõem de espaço suficiente e são forçados a defecar em seu espaço de dormir acabam por ingerir suas fezes para manter o espaço limpo.

h) Ansiedade de separação. Cães deixados em casa sem companhia por um longo período de tempo acabam por exibir este comportamento.

i) Vício por razões comportamentais. Cães confinados ou presos são mais aptos a desenvolverem coprofagia do que aqueles que estão em companhia humana na maior parte do tempo. Parece que animais que saem a passeio, recebem maior atenção do dono, são menos isolados e ganham brinquedos podem ter este comportamento diminuído, aliviado.

j) Cães selvagens ao se alimentarem da caça iniciam sua alimentação pela ingestão de órgãos abdominais, incluindo ai o intestino e seu conteúdo. Daí as fezes não serem repugnantes para os cães.

k) Hereditárias, manifesta-se aproximadamente aos 6-8 meses. Em tais casos o comportamento é considerado normal, onde buscar nutrientes no lixo representou uma adaptação no processo de evolução e domesticação do cão.

3. Tratamentos propostos

Cães jovens podem comer fezes com o propósito de estabelecer uma flora bacteriana intestinal apropriada, no entanto, comer as fezes representa um comportamento não adequado uma vez que as fezes podem ser fontes de infestação de vermes, bactérias e vírus. Por outro lado este comportamento é rejeitado por nós e, portanto deve ser tratado, ou modificado.

O Tratamento dos casos de coprofagia descrito em literatura não é uniforme. Uma vez que as causas são multifatorias e não sejam bem definidas também tornam a escolha do tratamento muito difícil e, às vezes controvertido.

Devemos alimentar o cão, pelo menos duas vezes por dia, sendo mais bem distribuído, se alimentar três vezes ao dia. Se possuir mais de um cão junto com este animal, coloque um comedouro e um bebedouro para cada animal, e certifique-se de que todos estão tendo oportunidade de comer.

 Não dar frutas, doces e outras guloseimas para o cão enquanto tratam de coprofagia, esses restinhos de alimentos podem permanecer nas fezes, tornando-as mais atrativas. Evitar também biscoitos caninos durante esse período.

Manter o ambiente sempre limpo, não deixando o ambiente com resíduos de fezes e urina por muito tempo. Procurar não deixar o animal ver você limpando as fezes dele, pode passar na cabeça dele que ele deve limpar o ambiente também, e a única maneira de fazer isso é comendo as fezes presente no ambiente.

Brigue com o animal apenas quando pega-lo no ato comendo as fezes, e nunca depois que isso já ocorreu.

Tente trocar de ração para o animal, substituindo para uma de maior valor e de melhor qualidade.

Procure deixar brinquedos (alguns) e não somente um apenas, para que o animal se ocupe brincando com os mesmos.

Fazer vermífugo regularmente (filhotes a cada três meses, e adultos a cada seis meses).

Fazer um exame de fezes, principalmente contemplando vermes chatos, cilíndricos e protozoários.

Passear regularmente com seu animal, principalmente os que ficam por um período de mais de quatro horas diárias sozinhas (distante de seus donos), os passeios irão reduzir o estresse, e seguramente irão ajudar no tratamento de coprofagia.

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